GCM e Secretaria de Segurança Urbana participam da operação.
Fiscalização deve se estender pela próxima semana.
A Guarda Civil Metropolitana (GCM) e a Prefeitura de São Paulo iniciaram na tarde desta sexta-feira (8) uma operação contra a pirataria no Centro da capital paulista. Os policiais irão fiscalizar as lojas e estabelecimentos da Galeria Pagé, na Rua 25 de Março. A Ação é semelhante à realizada em março no Shopping 25 de Março.
Segundo a Secretaria Municipal de Segurança Urbana, a operação, assim como a anterior, deverá se estender pela próxima semana. Não há prazo estipulado para o fim dos trabalhos. Todos os estabelecimentos do local deverão apresentar documentos e notas fiscais dos produtos que estão à venda. Os materiais sem nota serão apreendidos.
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sexta-feira, 8 de abril de 2011
MASSACRE NO REALENGO
Ontem aconteceu um fato que virou manchete e parou mais uma vez o Mundo. Desta vez não foi terremoto, tsunami ou um atentado terrorista. Foi um ato insano de uma pessoa desequilibrada que invadiu uma escola e começou atirar nas crianças que estavam estudando.
Parecia filme americano. O corrido foi na escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, Rio de Janeiro. A tragédia terminou com 12 crianças mortas, 28 feridas e o com a morte do assassino. Depois de rever e ler em muitos jornais, me fiz as seguintes perguntas: “De onde veio tanto ódio? O que leva uma pessoa de 23 anos a cometer um ato desses? Qual a segurança que temos?”
Nenhuma dessas perguntas consegui responder, pois não consigo compreender, mas vi a imprensa jogando a culpa na religião mulçumana, que ninguém sabe se o rapaz praticava. Outros dizem que ele era uma pessoa sozinha, não tinha amigos e fica na internet vendo sites de terroristas do Alcaide e foi de lá que ele se inspirou a cometer tal brutalidade.
Nunca vamos saber o que motivou esse infame a tal ato cruel e desumano.
O que sei é que 12 crianças perderam a oportunidade de viver um futuro melhor. Deixaram para trás os seus sonhos e deixaram quem sabe de se tornar um grande atleta, um estadista, um renomado médio e por ai a fora.
Hoje temos que conviver com a impunidade e a insegura mental, pois não sabemos quando ou em que momento a pessoa que esta do nosso lado pode cometer algo dessa forma.
Não adianta depois de o ocorrido jogar a culpa nesse ou naquele.
Por isso vamos juntos criar uma onda de paz, cultura e educação. Não vamos deixar de incentivar as crianças a estudarem. Criar projetos que possam incentivar os adolescentes a encontrar o seu primeiro emprego e não deixar as crianças nas ruas abandonadas.
Claro que tudo isso não vai mudar da noite para o dia, mas, vamos nós começarmos a partir de hoje a fazer a nossa parte. Para não termos que ver cenas como a de ontem se repetir novamente.
Sem utopia, vamos construir um Brasil melhor, com esperança e realidade.
Deixo aqui os meus pêsames aos pais que perderam seus filhos.
Escrito por André Soares
Parecia filme americano. O corrido foi na escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, Rio de Janeiro. A tragédia terminou com 12 crianças mortas, 28 feridas e o com a morte do assassino. Depois de rever e ler em muitos jornais, me fiz as seguintes perguntas: “De onde veio tanto ódio? O que leva uma pessoa de 23 anos a cometer um ato desses? Qual a segurança que temos?”
Nenhuma dessas perguntas consegui responder, pois não consigo compreender, mas vi a imprensa jogando a culpa na religião mulçumana, que ninguém sabe se o rapaz praticava. Outros dizem que ele era uma pessoa sozinha, não tinha amigos e fica na internet vendo sites de terroristas do Alcaide e foi de lá que ele se inspirou a cometer tal brutalidade.
Nunca vamos saber o que motivou esse infame a tal ato cruel e desumano.
O que sei é que 12 crianças perderam a oportunidade de viver um futuro melhor. Deixaram para trás os seus sonhos e deixaram quem sabe de se tornar um grande atleta, um estadista, um renomado médio e por ai a fora.
Hoje temos que conviver com a impunidade e a insegura mental, pois não sabemos quando ou em que momento a pessoa que esta do nosso lado pode cometer algo dessa forma.
Não adianta depois de o ocorrido jogar a culpa nesse ou naquele.
Por isso vamos juntos criar uma onda de paz, cultura e educação. Não vamos deixar de incentivar as crianças a estudarem. Criar projetos que possam incentivar os adolescentes a encontrar o seu primeiro emprego e não deixar as crianças nas ruas abandonadas.
Claro que tudo isso não vai mudar da noite para o dia, mas, vamos nós começarmos a partir de hoje a fazer a nossa parte. Para não termos que ver cenas como a de ontem se repetir novamente.
Sem utopia, vamos construir um Brasil melhor, com esperança e realidade.
Deixo aqui os meus pêsames aos pais que perderam seus filhos.
Escrito por André Soares
quinta-feira, 7 de abril de 2011
CLIQUE E OUÇA
HOMEM INVADE ESCOLA NO BAIRRO DE REALENGO NO RIO DE JANEIRO SÃO 22 PESSOAS FERIDAS E 9 MORTAS!
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Capital registra quase 120 mil casos em 2011; doença está mais contagiosa
Um vírus contagioso e muito resistente, que passou oito anos sem circular intensamente em São Paulo, é o responsável pelo surto de conjuntivite deste ano na região. Até 25 de março, a capital tinha 119.148 notificações da doença, segundo o Centro de Controle de Doenças, órgão ligado à Secretaria Municipal da Saúde. O número de casos na cidade já supera em quase quatro vezes o total verificado no Estado todo nos três primeiros meses de 2010, período que contou com cerca de 32 mil casos.
O enterovírus Coxsackie A24 não era registrado nesta proporção em São Paulo desde 2003. Para os especialistas, a população está mais suscetível a este agente infeccioso justamente pelo longo período sem muito contato com o vírus, que é bastante resistente ao sistema de defesa do corpo e também ao ambiente externo ele pode permanecer vivo em um telefone, por exemplo, por sete dias.
Segundo os oftalmologistas ouvidos pela reportagem, a quantidade de pessoas afetadas deve ser ainda maior levando-se em conta as duas últimas semanas, que não entraram nos números da Secretaria. 'Estamos atendendo, em média, 400, 500 casos de conjuntivite por dia. Normalmente são menos de cem', diz Denise de Freitas, chefe do Departamento de Oftalmologia do Hospital São Paulo, da Unifesp.
No Hospital das Clínicas, da USP, a média de atendimentos também gira em torno de 500 pessoas por dia, um aumento expressivo. Em 18 de março, quando o JT noticiou a epidemia de conjuntivite na capital, a instituição já contabilizava 300 atendimentos por dia eram esperados 100 para o período.
A predominância de casos provocados pelo Coxsackie A24 na epidemia deste ano foi identificada pelo Instituto Adolfo Lutz. Capaz de permanecer até uma semana em objetos usados pelo paciente, o vírus também é transmitido na fase latente. 'Mesmo sem sintomas, a pessoa pode estar transmitindo', diz Carolina Paranhos, oftalmologista do Hospital de Olhos de São Paulo.
Em outros casos, a conjuntivite provocada pelo Coxsackie A24 pode trazer sintomas quase instantâneos. 'É a conjuntivite explosiva: a pessoa está bem, vai deitar, e acorda com os olhos irritados', diz Denise. 'É uma espécie de gripe dos olhos', completa.
Os médicos dizem que não há imunidade completa contra a conjuntivite só a forma viral da doença pode ser causada por 12 tipos principais de vírus. Uma vez contaminado por um agente, o organismo desenvolve defesas contra aquele subtipo específico.
Apesar de ser predominante no surto atual, o Coxsackie A24 não é o vetor mais comum da doença. 'O tradicional é a conjuntivite viral por adenovírus, também altamente contagioso', explica Denise. Por serem mais comuns, os adenovírus têm efeito menor que o Coxsackie A24. Para os especialistas, o contato mais frequente com o adenovírus ao longo dos anos contribuiu para a maior resistência da população contra esse tipo viral.
O Coxsackie A24 costuma provocar hemorragias na conjuntiva membrana que forra a parte branca dos olhos e a face interna das pálpebras. 'A duração da doença é de sete a dez dias', afirma Aderbal de Albuquerque Alves Júnior, presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia. Os demais sintomas são comuns a todas as conjuntivites.
O enterovírus Coxsackie A24 não era registrado nesta proporção em São Paulo desde 2003. Para os especialistas, a população está mais suscetível a este agente infeccioso justamente pelo longo período sem muito contato com o vírus, que é bastante resistente ao sistema de defesa do corpo e também ao ambiente externo ele pode permanecer vivo em um telefone, por exemplo, por sete dias.
Segundo os oftalmologistas ouvidos pela reportagem, a quantidade de pessoas afetadas deve ser ainda maior levando-se em conta as duas últimas semanas, que não entraram nos números da Secretaria. 'Estamos atendendo, em média, 400, 500 casos de conjuntivite por dia. Normalmente são menos de cem', diz Denise de Freitas, chefe do Departamento de Oftalmologia do Hospital São Paulo, da Unifesp.
No Hospital das Clínicas, da USP, a média de atendimentos também gira em torno de 500 pessoas por dia, um aumento expressivo. Em 18 de março, quando o JT noticiou a epidemia de conjuntivite na capital, a instituição já contabilizava 300 atendimentos por dia eram esperados 100 para o período.
A predominância de casos provocados pelo Coxsackie A24 na epidemia deste ano foi identificada pelo Instituto Adolfo Lutz. Capaz de permanecer até uma semana em objetos usados pelo paciente, o vírus também é transmitido na fase latente. 'Mesmo sem sintomas, a pessoa pode estar transmitindo', diz Carolina Paranhos, oftalmologista do Hospital de Olhos de São Paulo.
Em outros casos, a conjuntivite provocada pelo Coxsackie A24 pode trazer sintomas quase instantâneos. 'É a conjuntivite explosiva: a pessoa está bem, vai deitar, e acorda com os olhos irritados', diz Denise. 'É uma espécie de gripe dos olhos', completa.
Os médicos dizem que não há imunidade completa contra a conjuntivite só a forma viral da doença pode ser causada por 12 tipos principais de vírus. Uma vez contaminado por um agente, o organismo desenvolve defesas contra aquele subtipo específico.
Apesar de ser predominante no surto atual, o Coxsackie A24 não é o vetor mais comum da doença. 'O tradicional é a conjuntivite viral por adenovírus, também altamente contagioso', explica Denise. Por serem mais comuns, os adenovírus têm efeito menor que o Coxsackie A24. Para os especialistas, o contato mais frequente com o adenovírus ao longo dos anos contribuiu para a maior resistência da população contra esse tipo viral.
O Coxsackie A24 costuma provocar hemorragias na conjuntiva membrana que forra a parte branca dos olhos e a face interna das pálpebras. 'A duração da doença é de sete a dez dias', afirma Aderbal de Albuquerque Alves Júnior, presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia. Os demais sintomas são comuns a todas as conjuntivites.
terça-feira, 5 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
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