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terça-feira, 19 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
FHC desafia Lula a disputar nova eleição
O ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso disse nesta segunda-feira (18) que aceitaria disputar uma nova eleição contra o também ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O desafio foi feito em uma entrevista ao programa Começando o Dia, do jornalista Alexandre Machado, que estreou hoje na Rádio Cultura FM.
- Ele (Lula) esquece-se de que eu o derrotei duas vezes. Quem sabe ele queira uma terceira. Eu topo.
Adversário histórico de Lula, FHC lembra as duas eleições para a Presidência da República em disputa contra o petista.
- Se ele quiser discutir comigo, eu estou aberto.
Fernando Henrique havia publicado um artigo na revista Interesse Nacional no qual defendeu que o PSDB deve deixar o "povão" e buscar votos na nova classe média brasileira. Na última quinta-feira, após uma palestra a investidores da Telefónica, em Londres, Lula criticou o texto.
- Não sei como alguém que estudou tanto depois diz que quer esquecer do povão. O povão é a razão de ser do Brasil. E do povão fazem parte a classe média, a classe rica, os mais pobres, porque todos são brasileiros.
- Ele (Lula) esquece-se de que eu o derrotei duas vezes. Quem sabe ele queira uma terceira. Eu topo.
Adversário histórico de Lula, FHC lembra as duas eleições para a Presidência da República em disputa contra o petista.
- Se ele quiser discutir comigo, eu estou aberto.
Fernando Henrique havia publicado um artigo na revista Interesse Nacional no qual defendeu que o PSDB deve deixar o "povão" e buscar votos na nova classe média brasileira. Na última quinta-feira, após uma palestra a investidores da Telefónica, em Londres, Lula criticou o texto.
- Não sei como alguém que estudou tanto depois diz que quer esquecer do povão. O povão é a razão de ser do Brasil. E do povão fazem parte a classe média, a classe rica, os mais pobres, porque todos são brasileiros.
Dilma quer computador mais barato aos brasileiros
A presidente da República Dilma Rousseff afirmou que quer baratear os preços dos computadores ao consumidor e fazer com que eles sejam acessíveis para qualquer brasileiro. Em entrevista ao programa de rádio Café com a Presidenta, apresentado nesta segunda-feira (18), Dilma disse que os acordos fechados com a China deverão ajudar a diminuir o preço de aparelhos eletrônicos por aqui.
Fazendo um balanço sobre sua visita à China, na semana passada, ela se referiu ao acordo fechado com as empresas ZTE e Foxconn. A primeira é uma estatal chinesa que produz equipamentos para a área de comunicação, enquanto a outra é responsável pela fabricação de produtos da Apple para parte do mundo, entre eles o iPad e o iPhone.
A ZTE vai construir uma fábrica em Hortolândia, no interior de SP, e investirá mais R$ 350 milhões. A Foxconn estuda investimento de R$ 18,9 bilhões no Brasil para a produção de telas para produtos como computadores tablet e celulares.
- São investimentos que, além de trazer dinheiro e novas tecnologias, também vão gerar emprego para milhares de trabalhadores. Nós vamos ter muito trabalho pela frente, vamos ter de formar brasileiros e brasileiras capacitados para trabalhar nesta área de tecnologia de informação. Nós vamos popularizar esses equipamentos. Queremos que eles sejam comprados por qualquer cidadão.
Ela diz que, no ano passado, o Brasil foi o terceiro país que mais vendeu computador no mundo, e “isso significa um grande mercado potencial”.
A presidente disse que a viagem à China, que começou na segunda-feira (11) e terminou neste fim de semana, foi “bastante proveitosa” e “bem-sucedida”.
- Nós alcançamos os nossos principais objetivos: o de abrir as portas para que mais produtos brasileiros, produtos mais elaborados entrassem na China; e trabalharmos juntos em áreas importantes, como a de ciência e tecnologia. Assinamos 20 acordos com o governo chinês. Alguns para desenvolvermos pesquisa nessa área – ciência e tecnologia – e também fecharmos bons negócios com empresários, que vão investir mais no Brasil.
O Brasil também vai vender mais para a China, segundo Dilma.
- Um dos acordos que firmamos foi abrir o mercado chinês para a exportação de carne de porco. Um outro ainda, foi para a venda de aviões. A Embraer já vende aviões para a China, mas, nessa viagem, nós combinamos a venda de 35 aviões da família B-190 – são jatos que vão gerar em torno de US$ 1 bilhão para o Brasil.
Ela diz que desde 2004, quando o presidente Lula esteve pela primeira vez na China, “nós evoluímos muito no volume do nosso comércio, e a China tornou-se o nosso maior parceiro comercial”.
- Essa parceria tem sido boa em vários setores. Nós realizamos, por exemplo, várias pesquisas e iniciativas na área de satélite. Acho que foi um salto de qualidade nas nossas relações. Mas, ainda, queremos mais. Hoje, nós vendemos muita matéria-prima para a China, queremos vender a matéria-prima, mas também queremos vender os produtos mais elaborados.
Fazendo um balanço sobre sua visita à China, na semana passada, ela se referiu ao acordo fechado com as empresas ZTE e Foxconn. A primeira é uma estatal chinesa que produz equipamentos para a área de comunicação, enquanto a outra é responsável pela fabricação de produtos da Apple para parte do mundo, entre eles o iPad e o iPhone.
A ZTE vai construir uma fábrica em Hortolândia, no interior de SP, e investirá mais R$ 350 milhões. A Foxconn estuda investimento de R$ 18,9 bilhões no Brasil para a produção de telas para produtos como computadores tablet e celulares.
- São investimentos que, além de trazer dinheiro e novas tecnologias, também vão gerar emprego para milhares de trabalhadores. Nós vamos ter muito trabalho pela frente, vamos ter de formar brasileiros e brasileiras capacitados para trabalhar nesta área de tecnologia de informação. Nós vamos popularizar esses equipamentos. Queremos que eles sejam comprados por qualquer cidadão.
Ela diz que, no ano passado, o Brasil foi o terceiro país que mais vendeu computador no mundo, e “isso significa um grande mercado potencial”.
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- Nós alcançamos os nossos principais objetivos: o de abrir as portas para que mais produtos brasileiros, produtos mais elaborados entrassem na China; e trabalharmos juntos em áreas importantes, como a de ciência e tecnologia. Assinamos 20 acordos com o governo chinês. Alguns para desenvolvermos pesquisa nessa área – ciência e tecnologia – e também fecharmos bons negócios com empresários, que vão investir mais no Brasil.
O Brasil também vai vender mais para a China, segundo Dilma.
- Um dos acordos que firmamos foi abrir o mercado chinês para a exportação de carne de porco. Um outro ainda, foi para a venda de aviões. A Embraer já vende aviões para a China, mas, nessa viagem, nós combinamos a venda de 35 aviões da família B-190 – são jatos que vão gerar em torno de US$ 1 bilhão para o Brasil.
Ela diz que desde 2004, quando o presidente Lula esteve pela primeira vez na China, “nós evoluímos muito no volume do nosso comércio, e a China tornou-se o nosso maior parceiro comercial”.
- Essa parceria tem sido boa em vários setores. Nós realizamos, por exemplo, várias pesquisas e iniciativas na área de satélite. Acho que foi um salto de qualidade nas nossas relações. Mas, ainda, queremos mais. Hoje, nós vendemos muita matéria-prima para a China, queremos vender a matéria-prima, mas também queremos vender os produtos mais elaborados.
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